Pesquisadores apresentaram evidências no maior congresso de oncologia do mundo mostrando como o exercício físico reduz a progressão de tumores e diminui o risco de recidiva
Poucos encontros médicos geram tanta expectativa quanto a reunião anual da ASCO (Sociedade Americana de Oncologia Clínica). No último mês, em Chicago, o grande destaque não veio de uma nova droga revolucionária ou de uma tecnologia de ponta em biogenética. A protagonista da vez foi a atividade física.
Durante o evento, evidências robustas foram apresentadas comprovando que o exercício regular pode reduzir o risco de recidiva do câncer e aumentar a sobrevivência de pacientes oncológicos. Um dos estudos mais comentados, publicado também no The New England Journal of Medicine, acompanhou cerca de 900 pacientes com câncer de cólon ao longo de uma década e mostrou que a prática supervisionada de exercícios reduziu em 30% o risco de retorno da doença e em 37% a mortalidade nos anos seguintes ao tratamento.
Exercício físico e oncologia: uma nova era no tratamento
Essa descoberta vem reforçar uma mudança de paradigma importante: se antes o repouso era a recomendação padrão durante o tratamento, hoje se sabe que o movimento, quando autorizado e acompanhado, pode ser um aliado terapêutico poderoso. Modalidades como caminhadas, pedaladas, natação e musculação leve contribuem para:
- Fortalecer o sistema imunológico, auxiliando no combate às células cancerígenas;
- Minimizar efeitos colaterais da quimioterapia e radioterapia;
- Reduzir ansiedade, fadiga e dores por meio da liberação de endorfinas;
- Manter o condicionamento físico, a autonomia e o bem-estar psicológico do paciente.
Não apenas isso. O exercício tem também efeito preventivo. Estudos apontam que pessoas ativas apresentam até 20% menos risco de desenvolver câncer ao longo da vida, com impactos significativos em tumores de mama, próstata e intestino.
Sedentarismo: um problema de saúde pública
Apesar dos avanços, a inatividade ainda é um desafio. Segundo o IBGE e a OMS:
- 47% dos brasileiros não praticam atividade física;
- 84% dos jovens são considerados inativos;
O sedentarismo é responsável por 37% do risco de câncer, e o ganho de peso já está associado a 32 tipos de tumores.
Esses dados alarmantes evidenciam a necessidade urgente de políticas públicas e de uma estrutura adequada para promover o exercício com segurança e regularidade, especialmente para pessoas com histórico ou risco de câncer.
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A medicina tem evoluído para compreender que o tratamento do câncer vai muito além dos medicamentos. O exercício físico, fortemente respaldado por estudos científicos e diretrizes internacionais, passa a ocupar um lugar de destaque entre as abordagens integrativas e eficazes.
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